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Portugueses votaram na segunda volta pelo ‘Seguro’

António José Seguro pese a calamidade que atingiu o país, fez uma campanha na segunda volta de forma a que os portugueses acreditassem nas suas propostas, na sua intervenção enquanto futuro Presidente da República, ciente dos poderes que a Constituição lhe confere, num regime semi-presidencialista.

De forma sensata, por vezes longe dos media, chegou às populações mais afectadas, dando-lhes esperança, fazendo-as sentir que, para além desta calamidade, Portugal pode ter um futuro e tudo fará para unir os portugueses, em especial conseguir consensos entre os partidos políticos com assento parlamentar.

NACIONAL - Depois de confirmados os resultados desta segunda volta, Seguro obteve 66,82% - 3.484.481 votos (resultado histórico em que conseguiu até bater a votação de Mário Soares em 1986, alcançando 3.482.481 votos; Ventura 33,18% - 1.729.371 votos. Abstenção 49,89%.

No distrito de Portalegre, Ventura perde em todos os concelhos do distrito - à excepção de Elvas onde venceu com 50,85%.

Em Portalegre – Seguro 65,46%; Ventura 34,54% (Abstenção 41,59%).

Arronches – Seguro 54,13 % (740 votos); Ventura 45,87% (627 votos) a abstenção foi de 42,49%.

Depois de conhecidos os resultados, nas Caldas da Rainha, onde reside, o próximo Presidente da República Portuguesa, no seu discurso salientou peremptoriamente que “Lembro-me do jovem que acreditou que a política pode ser serviço e que a democracia pode mudar vidas. Que Portugal merece sempre mais. Que as pessoas merecem sempre melhor. (...)

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Redacção|Foto: I.A.

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