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Presidente da República destaca contributo estruturante das Misericórdias no país

 

António José Seguro destacou ainda que o Pacto para a Saúde “precisa vivamente do contributo das Misericórdias”, e Presidente da União das Misericórdias Portuguesas reforçou a necessidade de resposta integrada aos desafios do envelhecimento e da saúde.


A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) começou o 15º Congresso Nacional das Misericórdias, que vai decorrer até dia 6 de junho, no auditório do Fórum Braga.

Na sessão de abertura, o Presidente da República, António José Seguro, destacou o papel estruturante das Misericórdias na sociedade portuguesa, sublinhando que constituem “uma espinha dorsal da solidariedade” no país, com uma presença determinante onde, muitas vezes, o Estado “chega pouco, chega tarde ou não chega”.

O Chefe de Estado afirmou que o Pacto para a Saúde “precisa vivamente do contributo das Misericórdias” e que, mais do que esse compromisso, “o país precisa verdadeiramente” da sua ação, salientando a dimensão e o impacto da rede no território.

António José Seguro alertou ainda para a forte pressão que se avizinha sobre os sistemas de saúde e segurança social e para a situação exigente já vivida pelas instituições, agravada pela escassez de mão de obra, valorizando o contributo dos trabalhadores imigrantes no cuidado aos idosos. Reforçou também que a solidariedade da sociedade civil não pode substituir a responsabilidade do Estado, defendendo a urgência de respostas estruturais para o envelhecimento, assentes num planeamento de longo prazo que assegure melhores condições de vida às pessoas mais velhas e às suas famílias.

Redacção|Fonte: União das Misericordias

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