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Tecnologia - OpenAI apresenta GPT-6 Astra, modelo que promete maior autonomia

A OpenAI apresentou o GPT-6 Astra, um novo modelo de inteligência artificial que, segundo a empresa, representa um avanço importante na capacidade das máquinas para raciocinar e executar tarefas de forma autónoma.



Segundo explica Tiago Alexandre Pereira, do jornal ECO, a principal novidade está precisamente nessa combinação entre pensamento e ação. Em vez de se limitar a responder a perguntas, escrever textos ou produzir código, o Astra poderá, em determinadas situações, pesquisar informação, utilizar programas, navegar na Internet, executar vários passos e verificar os resultados, até concluir uma tarefa.

Na prática, o utilizador poderá dar um objetivo mais geral e deixar que o sistema determine os passos necessários para o concretizar.

A OpenAI considera que o Astra estabelece novos máximos nas áreas de utilização do computador, navegação na Internet e execução de tarefas profissionais. O modelo pode, por exemplo, interagir com páginas e aplicações, desde que tenha acesso às ferramentas e permissões necessárias.

É já Inteligência Artificial Geral? A apresentação do GPT-6 Astra reacendeu também o debate sobre a chamada Inteligência Artificial Geral (AGI), conceito que designa uma IA capaz de realizar uma grande variedade de tarefas intelectuais com um elevado grau de autonomia.

Durante a apresentação, Greg Brockman, presidente da OpenAI, afirmou que o lançamento poderá marcar o início de uma nova era, a da AGI, chegando a admitir que, no futuro, poderá ser apontado como o momento em que esta tecnologia surgiu.

Contudo, não existe consenso de que o GPT-6 Astra seja já uma verdadeira AGI. O modelo continua a ter limitações, pode cometer erros e a sua capacidade de ação depende das ferramentas e dos acessos que lhe forem disponibilizados.

Redacção|Créditos: ECO, Tiago Alexandre Pereira.

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