Satélites e inteligência artificial ajudam a mapear o carbono dos solos em Portugal
Investigadores da Universidade de Évora desenvolveram um estudo que combina dados de satélite e inteligência artificial para estimar os níveis de carbono orgânico nos solos de Portugal continental.

Os resultados revelam diferenças entre regiões: os solos do Norte e Centro, mais húmidos e frios, apresentam geralmente maiores teores de carbono, enquanto o Alentejo e o Algarve registam valores mais baixos. As áreas florestais e de matos também apresentam níveis superiores aos das terras agrícolas.
Apesar dos resultados promissores, os investigadores alertam que os mapas ainda não permitem determinar com precisão os valores de carbono em cada local. A principal limitação é a escassez de amostras recolhidas no terreno.
O estudo conclui que esta tecnologia poderá ajudar a identificar áreas que necessitam de maior atenção, mas deverá ser complementada por mais análises do solo para melhorar a fiabilidade dos mapas.
Redacção|Fonte e foto:UÉvora





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