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Quercus - Núcleo Regional de Portalegre os efeitos da tempestade em Portalegre

O Núcleo Regional da Quercus - ANCN manifestou solidariedade para com as vítimas das tempestades que afectaram Portalegre, destacando o fluxo de detritos ocorrido na madrugada de 5 de Fevereiro.

A associação considera positiva a decisão da Câmara Municipal de solicitar uma peritagem para apurar as causas, sublinhando que, além de factores naturais, a acção humana pode ter contribuído para a ocorrência.

Com base na legislação da Reserva Ecológica Nacional (REN) e no Decreto-Lei n.º 124/2019, recorda-se que zonas de elevado declive estão sujeitas a instabilidade de vertentes e movimentos de massa, devendo a sua delimitação ter em conta características geológicas, morfológicas e climáticas.

O Plano Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas de Portalegre, em discussão pública em 2024, já identificava a precipitação intensa como uma das principais vulnerabilidades climáticas do concelho, prevendo impactos como deslizamentos de terras, danos em infraestruturas, inundações e interrupções de serviços — alguns dos quais se verificaram no dia 5 de Fevereiro.

A Quercus defende a necessidade de fundamentar conclusões na ciência, implementar medidas de estabilização nas áreas afectadas e aprovar o Plano Municipal, cumprindo a Lei do Clima e reforçando a adaptação a riscos futuros como seca, precipitação intensa e ondas de calor.

Redacção|Fonte e foto: Núcleo Quercus de Portalegre

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