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O PCP rejeita o novo pacote laboral, considerando-o um retrocesso grave nos direitos dos trabalhadores

O Executivo da DORPOR do PCP afirma que a situação do país e do distrito de Portalegre é marcada por baixos salários, pensões insuficientes, aumento do custo de vida e degradação dos serviços públicos, contrastando com os lucros elevados dos grandes grupos económicos.


Atribui estes problemas às políticas de direita seguidas por sucessivos governos (PS, PSD e CDS, com apoio de IL e Chega), e não à Revolução de Abril ou à Constituição.

No distrito de Portalegre, denuncia o atraso persistente em infraestruturas essenciais (ferrovia e rodovia), projetos prometidos que não avançam e decisões marcadas por propaganda. Critica também a falta de resposta em áreas como justiça e aproveitamento de património público.

O PCP rejeita o novo pacote laboral, considerando-o um retrocesso grave nos direitos dos trabalhadores, com mais precariedade, facilitação de despedimentos e ataque a direitos sociais.

Destaca a importância da luta dos trabalhadores e populações, saúda as recentes mobilizações e apela à participação na Greve Geral de 3 de junho, defendendo a continuação da luta contra estas políticas.

 

Redacção|Fonte: DORPOR do PCP

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