Equipa portuguesa participa em descoberta mundial de ADN pré-histórico em arte rupestre
- Redacção - Notícias de Arronches

- há 56 minutos
- 1 min de leitura
Uma equipa portuguesa participou na primeira descoberta mundial de ADN humano antigo preservado em paredes de grutas pré-históricas.

A Gruta do Escoural, em Montemor-o-Novo, forneceu três das cinco amostras que revelaram ADN humano antigo no estudo internacional publicado na revista Nature Communications.
A investigação demonstra, pela primeira vez, que vestígios genéticos humanos podem sobreviver durante milhares de anos nas paredes de grutas, abrindo novas possibilidades para estudar a presença e o comportamento das comunidades pré-históricas, mesmo na ausência de esqueletos ou artefactos.
Segundo os investigadores, o ADN poderá ter sido depositado pelo toque, aplicação de pigmentos ou projecção de fluidos corporais durante a realização da arte rupestre.
A descoberta representa uma mudança de paradigma na arqueologia, permitindo investigar não apenas os objectos, mas também os gestos e a interacção física dos humanos com estes espaços.
O estudo envolveu cientistas de Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Reino Unido e China e analisou 54 amostras recolhidas em 11 grutas da Península Ibérica.
Redacção|Fonte e foto:Forbes





.png)




Comentários