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Como se está proteger os jovens das redes sociais?

A crescente preocupação com os efeitos das redes sociais na saúde e segurança de crianças e jovens está a levar vários países a adoptar medidas de restrição ao acesso de menores.



Bullying, violência, extorsão, desinformação e problemas relacionados com a saúde mental estão entre os principais riscos apontados.

A Austrália foi pioneira ao proibir, em 2025, o acesso de menores de 16 anos a várias plataformas, enquanto a França aprovou uma medida semelhante para menores de 15 anos, com entrada em vigor prevista para 2026. Em Portugal, foi aprovada na generalidade uma proposta que estabelece os 16 anos como idade mínima para acesso autónomo às redes sociais, permitindo o acesso entre os 13 e os 16 anos com autorização parental. Também outros países europeus estão a estudar ou a implementar restrições, enquanto a Comissão Europeia analisa medidas comuns para reforçar a protecção dos menores no ambiente digital. O debate centra-se na necessidade de proteger crianças e jovens, mas também na eficácia da verificação da idade, na responsabilidade das plataformas e no equilíbrio entre segurança, liberdade e responsabilidade parental.

Redacção|Fonte:24Noticias-foto arquivo

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