top of page

SOCIALISTAS – As medidas de Costa e Pedro Sánchez

António Costa e Pedro Sánchez ambos são socialistas e por ‘mera’ casualidade, ambos já constituíram ‘geringonças’, tenho que lhes chamar assim porque ficou ‘instituído', para chegarem ao poder.



Partindo do principio que ambos leram a mesma cartilha do socialismo, defensor dos fracos e oprimidos, capazes de implementar medidas para a igualdade, segurança social, e uma melhor distribuição da riqueza criada pelo país leia-se (empresas e trabalhadores, não querendo misturar o sector público porque isso é outro mundo à parte), parece-nos que é mais o que os separa do que aquilo que os une.

Senão vejamos: Na última intervenção de António Costa ao país, disse que estamos a crescer economicamente, há menos desemprego, fomos resilientes e prontos para enfrentar um ano de 2023 que se avizinha de grandes dificuldades. Mas, se estivermos atentos, a inflação continua a subir e não tarda em chegar aos 10%. Já o aumento dos vencimentos no público e por arrastamento no privado será de 4,1%, continuando a perca do poder de compra. Os juros a quem tem, ou pede créditos bancários aumenta, os bens alimentares, mesmo os mais essenciais aumentam, e Fernando Medina cada vez enche mais os cofres do estado com a subida dos preços, logo mais IVA. Se a tudo isto somarmos o dinheiro que os contribuintes já enterraram na insolvência de bancos, na TAP e indemnizações a gestores de empresas pública/privadas e outros, teríamos mais hospitais, um novo aeroporto e eu sei lá que mais teríamos para servir os portugueses...

Por outro lado, e as notícias aí estão, Portugal tem 1.800 hotéis e no próximo ano vão abrir mais 75, sendo que 11 deles serão no Alentejo. Parece que o turismo, e este ano para a passagem de ano a taxa de ocupação supera a de 2019, antes da pandemia, é a nossa mais-valia e onde o estado não entra porque é tudo de iniciativa privada.

Enquanto isto, aqui ao lado, Pedro Sánchez, ontem anunciou aos nuestros hermanos “um reforço de 10.000 milhões de euros ao pacote de medidas para mitigar o impacto da inflação, elevando o total para 45 mil milhões de euros. A atribuição de um cheque de 200 euros às famílias mais vulneráveis e uma redução para 0%, durante seis meses, do IVA sobre produtos alimentares de primeira necessidade”.

Os 20 cêntimos na ajuda aos combustíveis terminará no final do ano, no entanto continuaram a beneficiar deste apoio os profissionais de transportes, agricultores, produtores de gado e os pescadores vão ter uma ajuda directa de 120 milhões de euros. E por cá?

Na habitação as rendas vão estar congeladas até Junho de 2023, mantendo-se proibido o corte de fornecimento dos bens essenciais, como a água, luz ou gás. O chefe de Governo anunciou ainda a “criação de uma linha de ajuda directa aos agricultores de 300 milhões de euros para compensar o aumento dos custos dos factores de produção, sobretudo o aumento do preço dos fertilizantes”.

Se quiser ficar a saber mais pormenores veja aqui na notícia publicada pelo jornal digital Eco.


(Créditos ECO|Foto-D.R.)

bottom of page