PPM Alerta: Medina vai acabar com touradas em Lisboa!

O PPM alerta os habitantes de Lisboa para a destruição dos valores culturais nacionais que a dupla Medina/Tavares pretende levar a cabo, caso lhes seja confiado o voto nas eleições autárquicas de Setembro.


A coligação recentemente formada entre PS e Livre inclui no seu acordo um ponto dedicado exclusivamente à “Tauromaquia e Bem-estar Animal” onde se pode ler que “PS e Livre comprometem-se a trabalhar no sentido de tornar Lisboa uma cidade livre de sofrimento animal, dentro das competências legais do Município na matéria”.

O que a dupla Medina/Tavares pretende com isto é o mesmo que fizeram os reis Filipes quando foram reis de Portugal e Espanha, visto que proibiram as touradas a cavalo. Acontece que, em Portugal, tal prática continuou a ser feita por nobre cavaleiros, mas em segredo. Em Espanha, por sua vez, desenvolveu-se o actual espectáculo do toureiro “matador” a pé.

A entrada de D. João IV em Lisboa, após a revolta de 1 de Dezembro de 1640, foi celebrada com a primeira tourada em Liberdade.


Lisboa é uma cidade LIVRE!


Não precisa que seja uma ditadura de esquerda, agora plasmada no acordo Medina /Tavares, a ditar as leis que vão desvirtuar a cultura da capital de Portugal.

O PPM não tem uma posição dogmática em relação às touradas e respeita a vontade pessoal de cada um dos seus militantes em assistir ou não assistir, mas o que nenhum deles permite é que se limitem, de forma politica, a escolhas livres das pessoas.

Como partido ecologista desde a sua fundação em 1974, o PPM tem uma posição que alguns ecologistas mais comprometidos com pensamentos radicais, sejam à esquerda como à direita, têm dificuldade em compreender.

Por isso explicamos: A evolução da humanidade é uma harmonia eterna entre seres humanos e animais.

Uma harmonia que só se torna frutífera se os animais forem tratados com a dignidade da sua natureza, tal como a dos humanos deve também seguir a sua via natural.

Em suma, não queremos humanos a ser tratados como animais dóceis e sem vontade própria, da mesma forma que não é natural e não nos agrada ver animais com mais direitos do que aqueles que são dados aos seres humanos.


Gonçalo da Câmara Pereira,

Presidente - PPM