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Luís Montenegro - As promessas para cumprir

Ao longo da campanha eleitoral e não só, o líder do PSD que com o CDS e PPM resultou na coligação AD, fez promessas que espera cumprir, se chegado o dia 20 de Março, for indigitado para formar governo.


Para tal tem um excedente financeiro deixado pelo PS (desta vez deixaram os cofres cheios, comentou fonte da AD), com o qual pode contar para intervir em áreas como a habitação, onde tem uma 'pedra no sapato' com o alojamento local, cuja caducidade e emissão de licença, vai deixar que sejam as autarquias a resolver os conflitos que daí vão advir.


A saúde é um dos grandes problemas apontados ao governo de António Costa, Luís Montenegro diz ter como prioridade nos primeiros 60 dias do seu governo ter um plano para o Serviço Nacional de Saúde-SNS, que estará aplicado até finais de 2025.

Na educação é para o ‘futuro’ Primeiro-ministro importante o diálogo com os sindicatos dos professores para a recuperação do tempo de serviço, 20% ao ano num período de cinco. Esta medida diz ser aplicada nos primeiros dois meses do seu mandato.

As forças de segurança (PSP e GNR), sem contar com as reivindicações dos militares e bombeiros, não se vinculou nunca a valores, mas sempre achou justa a comparação com o suplemento atribuído à PJ. Deixou promessas de diálogo...

Comprometeu-se com medidas como a redução do IRS (jovens) e descida do IRC de 21para 15% num prazo de três anos da sua legislatura. Deixou também um compromisso para os idosos...

Já quanto à localização do novo aeroporto (hoje em foco com a localização em Alcochete ou Vendas Novas), vai ter em conta o resultado do estudo da Comissão Independente e diz contar com o consenso do Partido Socialista. Caso não seja possível o entendimento com o PS, irá avançar. Vamos aguardar para ver e esperar que o futuro governo, saído das eleições de 10 de Março, consiga cumprir as suas promessas. Que vai ser difícil, isso vai ser. Não é só a oposição da esquerda que conta, como também o Chega que tem a ambição de um dia como disse Ventura, chegar a ser governo. Desta feita Luís Montenegro que se afirma como um homem de palavra diz: ‘Não, é Não!

(Opinião de Fernando N. Marques/Director|Foto-D.R.)

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