DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES

O Presidente da República, deslocou-se à Ilha da Madeira para a comemoração do 10 de Junho. Marcelo Rebelo de Sousa viajou não por entre as brumas do desconhecido oceano que os portugueses desbravaram, traçando novas rotas pensadas na Escola de Sagres, dando assim novos mundos ao Mundo, mas sim, com uma rota bem definida: cumprir com o prometido aos madeirenses no passado ano e que não pôde cumprir por causa da pandemia.



De recordar que, precisamente, “Os navegadores descobriram a ilha do Porto Santo em 1418, após uma tempestade ocorrida em alto-mar, a embarcação foi afastada da sua rota, e desviada para a costa africana. Depois de muitos dias à deriva no alto mar, avistaram uma pequena ilha a que chamaram de Porto Seguro, Porto Santo, pois a mesma salvou a tripulação de Zarco de um destino fatídico.

Um ano após a descoberta da ilha de Porto Santo chegam à ilha da Madeira (1419). Julga-se que o seu nome foi atribuído por este último navegador, que apelidou a ilha de ‘Madeira’ devido à abundância desta matéria-prima”.

O Chefe de Estado escolheu para presidir à comissão organizadora das comemorações, Carmo Caldeira, directora do serviço de cirurgia do Hospital Dr. Nélio Mendonça, estando aqui implícito o testemunho de gratidão do povo português pelo exemplar esforço e abnegação dos profissionais de saúde ao longo desta pandemia.

O Presidente chegou com antecedência à Madeira, onde logo no dia 9, cumpriu o programa oficial em várias frentes, para no dia 10 de Junho, pelas 11 horas, presidir à cerimónia Militar Comemorativa da data, na Praça da Autonomia e na Avenida do Mar no Funchal.

Marcelo Rebelo de Sousa teve ao seu lado na tribuna, o Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, Primeiro-ministro António Costa, Ministro da Defesa, João Cravinho e o Presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque.(...)



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