CAMINHADA AO REI SANTO…DOIS ANOS DEPOIS

A Caminhada à Ermida do Rei Santo, localizada no alto da Serra do Monte Novo, perto da Nave Fria, regressou este ano como era habitual quinze dias após à Páscoa mas, ao mesmo tempo, como se fôra um ‘dois em um’, pois neste mesmo dia se comemorava o Dia da Mãe e do Dia Mundial do Trabalhador, o assinalado 1º de Maio.



Recorde-se que durante a pandemia, esta como outras caminhadas, não tiveram lugar pelo óbvio mas, em 2018 esta caminhada teve pelo caminho vários escolhos, se atendermos a que, e conforme escrevemos na altura “Depois do conhecimento público da intervenção feita no terreno (privado) que circunda a Capela do Rei Santo e o tempo de chuva, estes elementos não foram impeditivos de levar a efeito a romaria, ou peregrinação ao Rei Santo”.



Perante estes acontecimentos “ Era suposto que, ao não haver terreno disponível para participantes e, sobretudo viaturas, que a confusão se instalasse. Houve pela parte do Município, com o auxílio dos militares do Posto da GNR de Arronches, a preocupação de vedar o acesso das viaturas logo à entrada da estrada que leva até à capela. O estacionamento fez-se cá em baixo, havendo uma carrinha da Câmara Municipal para levar até à Capela os que não podiam fazer o caminho a pé, regressando depois a viatura ao mesmo sítio. Foi a decisão mais acertada, evitando assim, possivelmente, confusão e algum acidente”.

Ora era aqui mesmo que queríamos chegar com este raciocínio. Ao voltar a realizar-se esta caminhada tão esperada, à partida de Arronches (Zona Desportiva) não eram muitos os participantes. Juntando-se ao mesmo tempo, com as saídas dos Mosteiros, Esperança e La Codosera (Espanha) o número aumentou.

Acompanhámos o percurso nos seus vários pontos de interesse, e verificámos que hoje, com um maior número de pessoas a terem as suas viaturas, muitos foram os que se deslocaram com esse meio, o que na subida para a Ermida a confusão era tremenda, com as carroças vindas da Freguesia de Esperança em plena subida. Foi pena que não se tivesse adoptado o mesmo processo que em 2018, ou seja: vedar o acesso das viaturas logo à entrada da estrada que leva até à capela (com excepção para os que para ali foram mais cedo), fazendo o estacionamento cá em baixo e providenciando um meio de transporte para os que a sua condição física não lhes permitisse fazer a subida íngreme.

Para não ficarmos retidos na subida, não tivemos outra opção que não nos metermos na ‘confusão’ do trânsito, até porque a idade e condição física não nos permitia fazer aquela subida. Assim o nosso agradecimento ao Município por nos ceder as fotos no local da Ermida, respectivo menú do porco assado e da Missa.